18 de novembro de 2009

Por um triz.


Não é nada fácil gerir um grupo de pessoas. Nada fácil lidar com as diferenças, sutilezas, grosserias de cada um. Nada fácil ter de respirar fundo por diversas vezes, engolir desaforos e continuar de pé. Mas faz parte das escolhas que fiz...

Isso é ainda mais difícil quando se tem um pavio não muito comprido e paciência não é virtude vinda de berço. Mas, num cômputo geral, ando me saindo bem nesse gerir e recebido elogios freqüentes, o que se caracteriza em valorização de um trabalho árduo que não só me trouxe para uma outra cidade, mas também para um tanto mais distante de Juan, ainda que por pouco tempo.

O que quero mesmo é ter logo um dinheirinho sobrando para comprar um saco de boxe. Pois é. Academia agora vai ficar difícil e o grande objetivo é mesmo o de descarregar as tensões. Fora a questão estética de ter um troço daquele pendurado em casa, que sempre me pareceu um bom negócio.

Ontem em casa senti um quê nostálgico e estava prestes a me jogar na cama em lágrimas quando lembrei que estava entrando na maldita TPM. - Ah Isa! Liga o som e vamos cantar! Ordenou meu Ego. Foi o que fiz, depois de comer duas fatias de bolo de chocolate com doce de leite. Doces e hormônios em ebulição, tudo haver.

Hoje já dei uma choradinha básica no banheiro escondida, coisa de torneirinha ligada sem razão extensiva mesmo. Agora de tarde me sinto cansada, com sono, numa lezeira de dar dó. Mas como fugir agora ta praticamente impossível, vou assumindo minha missão até seis em ponto, que hoje ninguém me segura aqui dentro!

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