21 de julho de 2010

Como mutante

 
 
 
Engraçado como quando estamos enamorados de alguém tendemos a criar os mais diversos devaneios acerca desta pessoa. A vontade de estar junto, de compartilhar, dividir, é bastante interessante. Fazia tempo que não sentia essas coisas, essas vontades todas. Estar imerso neste estado de patetice romântica me fascina!

Porque eu sou uma romântica inveterada, afinal, mesmo que neguem às más línguas, mesmo que me tomem apenas pela minha racionalidade natural. A verdade é que deixar-se amar é um troço bom. Aproveitar o agora, brincar de fazer planos, deixar que o outro flutue ao seu lado e se permitir flutuar também.

Eu tenho cá pra mim a teoria comprovada de que a distância e a saudade são essenciais para o perdurar desse processo. Porque incita a vontade de querer mais um pouquinho, o gostinho do quero mais. Todo dia, toda hora é cansativo. A rotina sempre foi o meu brochante. Para tudo, ressalve-se. Em casa, no trabalho, no amor e na guerra. É preciso renovar-se. O imutável é pra mim, inoperante. Eu gosto mesmo é de ser essa metamorfose ambulante. Toca Raul!

3 comentários:

  1. Ai Isa, achei tão elegante o Poéticas...esse negro, cinza e branco. Tô começando a achar a cafeteria um muquifo (rsrsrs).

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  2. Nem se atreva a mexer na cafeteria que ela é a coisa mais linda que há. clean total... aqui ficou assim escuro muito mais por falta de possibilidades do que por opção. Eu gostei bastante do template.

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Abra a boca e mostra a língua!