22 de novembro de 2010

Tempo de silêncio e solidão

Qualquer coisa que eu diga parece insuficiente. E para o todo, a suficiência também está perdida. Ou seja, Claudinha, eu também não sei dizer..

O momento é de ouro.
Aprender a amar o amor romântico, ver-se dentro dele, ainda que perdida, é uma coisa, no minimo, interessante. Os diálogos sao muitos. Isa e Lorena debatem o tempo inteiro, resolvendo o que fazer.

Mas a verdade, a mais pura verdade, é que eis agora um tempo novo para mim. Tempo de silêncio e solidão.
Nada de solidão de deixar os amigos de lado, as pessoas que se ama, nada disso. Mas é um tempo único, de quietude, de não dizer mais nada, de deixar a poeira baixar e... acompanhar o tempo, este senhor tão bonito.

Não há mais certezas de nada. Mas alimentar dúvidas também não é uma coisa legal nesse tempo.
Então, fica só a vontade de cair num abraço, naquele abraço.. de novo, um dia...

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Abra a boca e mostra a língua!