21 de maio de 2010
Adeus a Damário da Cruz..
10 de maio de 2010
Festa Africana 4
http://www.festaafricana.
Quem vai querer ficar de fora dessa?
2 de maio de 2010
Sempre há tantas coisas a dizer... sobretudo quando o coração dá sinais de uma existência superiormente interessante, onde cada hora tem o seu encanto diferente, cada passo conduz ao extase, essas coisas que o Eça de Queiroz resolveu dizer um dia...
1 de abril de 2010
Último post do Poética Cotidiana

Na minha carta de despedida eu quero lhe dizer: Valeu mesmo. Na moral.
Valeu o tempo que passamos juntos, valeu a divisão das águas lacrimais, dos risos. Valeu o abraço à distância, a preocupação, a admiração, a militância. Valeu todo o tempo que estivemos aqui.
Mas agora acabou. E sem snifs;
Porque é um ciclo que se fecha, por ter já cumprido o seu papel.
Agora eu quero me dedicar a criar outras confusões de prosódias e outras profusões de paródias que curtam novas dores e furtem novas cores, tal qual camaleão. Quero caetanear outros versos como esses, noutros meios.
Eu não me vou por completa. Não fico inteira nem metade: só desfaço algumas linhas, mas mantenho as outras tantas. Universo Bloguístico continua firme e forte. Tudo em lento suicídio também. Ainda pensando em quem mais fica. talvez só os doism deixo as outras tentativas.
E como penso de cá com meus botões que não há uma morte sequer que anunciada não revele alguns espantos, deixo a alma pairar solta, espirito leve, que ainda leve seus encantos: o blog fica aqui, pra gente olhar de vez em quando.
E que assim seja, nesta páscoa que se aproxima: eu vou mas fico, deixando aqui meus coloridos.
Agradeço a você, que vem aqui me espiar.
Um beijo apertado e estalado.
E pra rimar, um bom feriado!
31 de março de 2010
A liberdade enquanto processo de crescimento
“Se você quiser ir só um pouquinho mais fundo, poderíamos falar sobre a natureza da própria liberdade. Será que liberdade significa que você tem permissão pra fazer tudo o que quer? Ou poderíamos falar sobre tudo o que limita a sua liberdade. A herança genética de sua família, seu DNA específico, seu metabolismo, as questões quânticas que acontecem num nível subatômico (...). Existem as doenças de sua alma que o inibem e amarram, as influências sociais externas, os hábitos que criaram elos e caminhos sinapticos no seu cérebro. E há os anúncios, as propagandas e os paradigmas. Diante dessa confluência de inibidores multifacetados, o que é de fato a liberdade?”
Um trecho do livro A Cabana. Eu tô lendo, não tô gostando muito, mas... essa passagem é muito boa.
Depois tecemos mais sobre o livro.