4 de novembro de 2010
Para ele.
"A distãncia diminui as paixões medíocres e aumenta as grandes. Assim como o vento apaga as velas e atiça as fogueiras"
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Isa Lorena
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Vai minha tristeza...
Ontem foi o dia do aniversário de Juan. O dia em que completou 9 anos nesta vida, um novo ciclo, novas possibilidades, enfim. Mas como as coisas não têm dia certo e hora marcada para acontecer, ontem também foi um dia triste para mim, uma ambigüidade que só deixou que a felicidade prevalecesse mais lá pra o finzinho do dia, e como bons boêmios que somos, comemoramos sua data festiva até quase madrugada, com muita música e bolo de chocolate.
“Deixar você ir não vai ser bom, não vai ser”, canta minha consciência. Mas eu já deixei. Eu já me despedi. E agora ele faz o papel dele, de vítima de meu impulso. Na verdade eu não fui tão impulsiva, ou quase nada. Pensei bastante antes de fazer e fiz. Mas nunca, nunca imaginei que fosse doer tanto... Nunca imaginei que esse vazio pudesse se apoderar de mim, embaçando minha razão... Mas aconteceu.
Agora, é deixar que o tempo de luto se acabe por si só. E tentar não alimenta-lo, apenas. Deixar que essa tristeza se dissipe e aprender com ela. Tudo muito fácil de falar e só, claro. Mas saber já é metade do caminho...
Quanto a Juan, ontem, mais uma vez, sua presença pontuou a diferença em minha vida. E ele fez umas descobertas ótimas sobre si mesmo. Apresentou um trabalho na escola, de microfone em punho e tudo! E começou a se prometer a parar de roer as unhas...
Viver cada dia. Um dia de cada vez. E esperar o sol se abrir novamente...
Tomara que não demore.
“Deixar você ir não vai ser bom, não vai ser”, canta minha consciência. Mas eu já deixei. Eu já me despedi. E agora ele faz o papel dele, de vítima de meu impulso. Na verdade eu não fui tão impulsiva, ou quase nada. Pensei bastante antes de fazer e fiz. Mas nunca, nunca imaginei que fosse doer tanto... Nunca imaginei que esse vazio pudesse se apoderar de mim, embaçando minha razão... Mas aconteceu.
Agora, é deixar que o tempo de luto se acabe por si só. E tentar não alimenta-lo, apenas. Deixar que essa tristeza se dissipe e aprender com ela. Tudo muito fácil de falar e só, claro. Mas saber já é metade do caminho...
Quanto a Juan, ontem, mais uma vez, sua presença pontuou a diferença em minha vida. E ele fez umas descobertas ótimas sobre si mesmo. Apresentou um trabalho na escola, de microfone em punho e tudo! E começou a se prometer a parar de roer as unhas...
Viver cada dia. Um dia de cada vez. E esperar o sol se abrir novamente...
Tomara que não demore.
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Isa Lorena
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3 de novembro de 2010
"Silêncio por favor
Enquanto esqueço um pouco
a dor no peito
Não diga nada
sobre meus defeitos
Eu não me lembro mais
quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito"
Enquanto esqueço um pouco
a dor no peito
Não diga nada
sobre meus defeitos
Eu não me lembro mais
quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito"
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Isa Lorena
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1 de novembro de 2010
"Te ver e não te querer, é improvável, impossivel... Te ter e ter que esquecer: é insuportável a dor, incrível..."
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Isa Lorena
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